terça-feira, 8 de maio de 2012 | By: Nilson Nobre.

Resenha Literária #3: O Diário de Suzana Para Nicolas

Título: O Diário de Suzana Para Nicolas
Autor: James Patterson
Ano: 2011
Editora: Arqueiro
Categoria: Drama/Romance


Sinopse:

Depois de quase um ano juntos, o poeta Matt Harrison acaba de romper com Katie Wilkinson. A jovem editora, que não tinha qualquer dúvida quanto ao amor que os unia, não consegue entender como um relacionamento tão perfeito pôde acabar tão de repente.
Mas tudo está prestes a ser explicado. No dia seguinte ao rompimento, Katie encontra um pacote deixado por Matt na porta de sua casa. Dentro dele, um pequeno volume encadernado traz na capa cinco palavras, escritas com uma caligrafia que ela não reconhece: “Diário de Suzana para Nicolas”.
Ao folhear aquelas páginas, Katie logo descobre que Suzana é uma jovem médica que, depois de sofrer um infarto, decidiu deixar para trás a correria de Boston e se mudar para um chalé na pacata ilha de Martha’s Vineyard. Foi lá que conheceu Matt. E lá nasceu o filho deles, Nicolas.
Por que Matt teria lhe deixado aquele diário? Agora, confusa e sofrendo pelo fim do relacionamento, é nas palavras de outra mulher que Katie buscará as respostas para sua vida.
O diário de Suzana para Nicolas é uma história de amor que se constrói ao virar de cada página. Cada revelação é mais uma nuance sobre seus personagens. Cada descoberta é um fio a mais a ligar vidas que o destino entrelaçou.
Resenha:
Sabe aquele livro que você sente um nó na garganta quando está lendo?
Os momentos de angústia me deixaram assim. Eu lia tudo com lágrimas brotando de meus olhos.
Deus, que livro perfeito.
Faziam mais ou menos uns cinco meses que eu queria ler "O Diário de Suzana para Nicolas", por falta de tempo, só o li "agora". Ainda estou sem palavras, sem ação, são exatamente 17:59 e faz meia-hora que estou tentando defini-lo nessa resenha. Não há como defini-lo é simplesmente fantástico.
A maneira como James Patterson constrói a narrativa fez com que eu me apaixonasse por cada um dos personagens, a dor e a alegria deles se tornaram minhas também.
"Eu te amo meu amor, a gente se vê pela manhã, mal posso esperar." 
(Página 194) 
Nossa, respirei fundo agora. Só de ler essa frase sinto um arrepio.
Esse trecho me fez ver o quanto a nossa vida é curta e como tudo pode mudar num piscar de olhos. Não esquecerei nunca da lição das cinco bolas. Junto aos personagens, pude ver o quanto ela é importante, o quanto ela é aplicada na vida real.
Posso dizer que depois de ler esta brilhante história, não sou mais quem eu era. Ela me fez amadurecer e pensar se todas as minhas preocupações valem realmente a pena. Não é uma sorte?

Postado por: Nilson Nobre.


terça-feira, 1 de maio de 2012 | By: Nilson Nobre.

Resenha Literária #2: Memórias de um Sargento de Milícias



Título: Memórias de um Sargento de Milícias.
Autor: Manuel Antônio de Almeida.
Categoria: Clássicos da literatura Nacional.
Ano: 1863.

RESENHA:

• Primeiramente, eis um pequeno fato: •

Não li esse livro por vontade própria.

           
       Tive de lê-lo para fazer um trabalho de português, e posso dizer que foi cansativo da primeira a última página, sabe quando você lê três páginas e parece que leu trinta? Pronto, para mim foi exatamente assim. É claro que existem certos momentos em que você lê e pensa:  “caramba, até que foi legalzinho”, mas logo você perde essa “luz” que surge ao ler o que está narrado posteriormente.



• Melhor trecho para mim •
“Quando se atacou a lua, a sua admiração foi tão grande que querendo firmar-se nos ombros de Leonardo, deu-lhe quase um abraço pelas costas. O Leonardo estremeceu por dentro, e pediu ao céu que a lua fosse eterna: virando o rosto, viu sobre seus ombros aquela cabeça de menina iluminada pelo clarão pálido do misto que ardia, e ficou também por sua vez extasiado; pareceu-lhe então o rosto mais lindo que jamais vira e admirou-se profundamente de que tivesse podido alguma vez rir-se dela e achá-la feia.
(TOMO I  -  Capítulo XX – O Fogo no Campo)

          Eu não concordo que o aluno deva ser obrigado a ler obras que não o interessam, mas infelizmente isso é necessário.
          Quando minha equipe foi selecionada para ler este livro, me disseram: “É comédia”. Não é querendo ser preconceituoso e blá blá blá mas de imediato respondi: “ ah que ótimo”, ironicamente é claro, pois eu não esperava que fosse algo bom, devido ao tempo que foi escrito e etc.
         Observando o texto de uma forma diferente, foi possível perceber que o autor já tentava descrever ao máximo o figurino dos personagens, dar aspecto aos sentimentos, as características culturais do povo naquele período e é possível identificar também até ditados populares que são usados até os dias de hoje. É claro que houve momentos em que eu tive de buscar no Google o que certas palavras significavam, devido a escrita ser bem arcaica, mas no fim das contas uma palavra define minha sensação perante a leitura: CHATA.
        Tudo que acontecia era muito monótono e extremamente previsível. O fim que o diga, parece até que o autor teve preguiça de fazer uma coisa descente, mas que seja, não estou desmerecendo o trabalho de Manuel Antônio da Almeida, afinal, quem sou eu para fazer uma barbaridade dessas?  Sei também que aqueles tempos eram outros. Há também outra situação que me deixou um tanto decepcionado: O que aconteceu a mariazinha, mãe do Leonardo? Tipo, eu esperava que ela fosse voltar ou que ao menos o autor fosse explicar como ela havia terminado, mas depois que ela fugiu com o cara, ela foi completamente deixada de lado na história. Enfim, não gostei do livro, não recomendo a leitura.

Postado por: Nilson Nobre.

#2 Passos Solitários: O Segredo de Bonnie.


O céu amanhecera nublado naquela manhã em Mystic Falls.
Elena se levantara cansada, a preocupação com o que poderia ocorrer no dia seguinte atrapalhava seus sonhos e isso já havia se tornado uma rotina, afinal, nos últimos dois anos a vida dela havia mudado completamente.
Alongando-se, ela foi até o banheiro e vinte minutos depois, saiu de lá.
– Jeremy!- gritou ela ao esquecer que seu irmão não estava mais ali, ao seu lado. A saudade era enorme e com um nó na garganta, ela interrompeu o chamado. Colocando o cabelo para o lado, ela virou-se para trás e pegou o celular que estava na penteadeira.
Nele haviam três novas mensagens, todas da Caroline.
Aquele era o dia do aniversário da Bonnie e elas queriam fazer algo especial para a amiga, afinal, não é todo dia que se completa 18 anos.
“Estou lembrada sim”, digitou Elena e logo depois clicou em enviar.
Ela desceu as escadas e colocando uma mecha do cabelo atrás da orelha, lembrou-se de pegar o casaco. Estava frio naquela manhã. Elena vasculhou o quarto e por tremenda falta de sorte, não o encontrou.
– Tudo bem, é bom sentir frio às vezes. – falou ela ao jogar de volta a gaveta uma blusa azul que estava em sua mão.
Desceu as escadas novamente, tomou o café da manhã e pondo a mochila nas costas, partiu em direção ao colégio.
•••
Gotas de chuva escorriam das folhas das árvores e batiam suavemente no rosto de Elena. A chuva da noite anterior havia sido forte, com direito a raios e relâmpagos, mas naquele instante tudo estava calmo, e Elena, bem, caminhava lentamente com as mãos no bolso da calça.
Numa fração de segundo, Elena sentiu que estava sendo observada.
Olhando para trás, ela viu um homem alto, com um casaco preto, que por sua vez possuía um capuz que a impedia de ver os olhos dele, na terceira árvore atrás dela, com o braço, aparentemente musculoso, apoiado na árvore. Elena não tinha certeza, mas podia jurar que ele estava sorrindo para ela. Enquanto o observava, ela continuava a andar. Seu corpo tremeu ao trombar em alguém.
– Surpresa, mocinha. – falou Damon ao segurá-la com os dois braços, fazendo-a olhar diretamente para ele.
Ele estava com aquele risinho sarcástico que fazia Elena delirar. Ao ver aqueles belos olhos azuis, ela passou um minuto “hipnotizada”. Ele sabia como provocá-la e estava fazendo aquilo do jeito certo.
Acordando do transe, ela bateu no peito dele.
–Não faça isso de novo. – disse ela.
Ele sorriu novamente e a tocou no rosto, o puxando para a direção dele.
– Essa carinha nervosa, te deixa mais desejável ainda.
Constrangida, Elena empurrou o braço dele e o fitou com um olhar sério. Ele fez um bico e logo após falou:
– Sabia que não é muito seguro andar olhando para trás? Vampiros sedutores podem aparecer na sua frente.
Elena o ignorou, porém olhando lentamente para baixo, soltou um risinho.
– Está tudo bem? – perguntou Damon.
Ela olhou para trás e viu que o homem havia sumido.
– Tudo sim – respondeu ela – A que devo, ou melhor, a quem devo a sua visita? – completou ela se referindo a Caroline.
– A vampira-barbie me pediu para te lembrar que hoje é o aniversário da bruxinha. – Damon fez um bico ironizando a importância do recado.
“Caroline como sempre exagerada!” pensou Elena ao sorrir.
Ela e Damon começaram a caminhar juntos em direção ao colégio. O vento batia neles suavemente. Ambos estavam com as mãos no bolso.
– Só me pergunto o motivo pelo qual você aceitou vir, você sabe que não pode dar corda a Caroline. – falou Elena ao colocar o cabelo atrás da orelha.
Damon olhou para ela franzindo a testa, forçando uma expressão de espanto.
– Você não sabe? Achei que você já estivesse convicta de que eu faria até as atividades mais banais para ficar ao teu lado.
Elena olhou para o lado e sorriu.
– Tudo bem, garanhão. – disse ela. – Já chega.
Ele colocou o braço no ombro dela e sorrindo, com a boca ao lado da orelha de Elena, sussurrou:
–Se você quer assim.
Ela não conteve os arrepios e o empurrou. Ele sorriu, e assim, eles continuaram andando em direção ao colégio, na rua onde era possível ouvir apenas o barulho do vento e dos sapatos deles ao entrar em atrito com o chão.
•••
O tal misterioso homem que observava Elena, estava, naquele momento, a dois quarteirões da casa dela. Tirando o capuz da cabeça ele soltou um sorriso ao sacar o celular do bolso. Seu cabelo era loiro escuro, sua pele era alva e seus olhos eram azuis. Ele discou oito números e colocou o celular ao lado da orelha.
– O que você quer? – perguntou uma mulher de voz doce no outro lado da linha.
Ele sorriu.
– O vampirinho estava com ela hoje. – Naquele instante, ele observou uma mulher de aparentemente vinte e três anos que passara ao lado dele.
A moça do telefone bufou.
– Não queria mais mortes- disse ela por fim. – Sem problemas, Nathaniel, não desfoque do seu objetivo principal. Deixe o resto comigo.
Ela desligou sem dar a ele o direito de resposta.
Virando - se para trás, ele viu que a tal mulher havia parado para se alongar. Ela era morena e vestia uma roupa vulgarmente justa. Ele a fitou. Ela respondeu com um sorriso malicioso.
– Acho que um pouco de diversão não atrapalha ninguém. – disse ele, num tom baixo, ao sorrir e partir em direção a tal mulher.
Ao chegar nela, sem aviso prévio, ele a empurrou com violência fazendo com que ela batesse de costas numa árvore. Ela sorriu, desejando que ele se aproximasse. Ele a agarrou e a beijou, seus corpos estavam colados, um exalando calor para o outro, até que meio segundo depois, os olhos dele adquiriram um tom de dor e vermelhidão.
Ele puxou o cabelo dela para o lado e cravou os dentes em seu pescoço. O que de início era um leve gemido, se transformou num grito agudo de dor que ecoou pela rua vazia. Após matá-la , ele a colocou no ombro direito, limpou o sangue que escorria pelo canto direito da boca com a mão e começou a andar, cantarolando algo parecido com Rolling Stones.
domingo, 29 de abril de 2012 | By: Nilson Nobre.

#1 Prólogo: O Segredo de Bonnie.


O vento soprava com violência as folhas das árvores.
A luz da lua era a única iluminação que a floresta possuía, mas lá estava ela, desafiando os limites impostos a seu frágil e delicado corpo.
Ela sabia o que tinha de fazer, ou pelo menos ela achava.
Atravessando a parte densa e úmida da floresta e deixando para trás a escuridão, ela chegou no lugar que deveria. Era um terreno circular de 10 metros de diâmetro no meio da floresta, inclusos nele, haviam três círculos dispostos um ao lado do outro de forma triangular, com uma tocha apagada no centro, que acendeu assim que a garota a mirou.
De repente, acompanhando a tocha, as linhas que delimitavam os círculos acenderam-se em chamas. Dentro do primeiro havia um casaco vermelho de camurça, no segundo três fios de cabelo loiro e no terceiro um coração ainda pulsante.
Angrecton, Ledrion, Amisor, gritou a jovem bruxa.
Naquele instante as chamas se intensificaram, sobrepondo todos os objetos. Meio segundo depois as chamas sumiram e a garota bufou. Agora não havia mais como mudar as coisas. Ela se recompôs e partiu em meio a densa e negra floresta.
Tudo estava concluído. Aquela tinha sido a decisão dela. Bonnie agora teria de aguentar as consequências.
quarta-feira, 4 de abril de 2012 | By: Nilson Nobre.

Resenha Literária #1: A Menina que roubava livros.


Título: A Menina que roubava livros.
Autor: Markus Zuzak.
Ano: 2008.
Editora: Intrínseca.
Sinopse: 
Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava LivrosDesde o início da vida de Liesel, na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve.  Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte.  O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena. 

Resenha:

          Como esquecer Liesel, ou melhor, saumensh? Como esquecer Rudy, o eterno saurkel? Dos momentos na rua Himmel? Das grosserias da mamãe? Das noites em que o papai ficava ensinado Liesel a ler no porão? Dele tocando acordeão para ela? Ou das noites que ele passou com ela até que o medo que ela sentia passasse totalmente?
          Todo o livro é magnífico.  A história é linda e memorável. A maneira como Zuzak constrói a história faz você se apaixonar por cada um dos personagens. 
        Na verdade, terminar o livro é uma tarefa DIFICÍLIMA, pois você não quer abandonar a história. 
        Ainda me lembro, como se tivesse sido ontem, do momento em que terminei de ler este livro. Foi mais ou menos em agosto do ano passado. Passei uma semana angustiado e mais três meses com uma saudade desenfreada dos personagens. "A menina que roubava livros", é um dos livros que relerei com absoluta certeza. Quero muito sentir os personagens ao meu lado novamente. Sorrir e me emocionar a medida que a história se constrói.
         Essa história foi a mais emocionante que já li até o presente momento. Deus do céu, o que foi aquele fim? Eu lia cada frase com um nó enorme na garganta me sufocando. As lágrimas brotavam dos meu olhos sem que eu nem percebesse. Eu senti a dor que liesel sentia naquele momento. Era como se eu tivesse perdido membros da minha própria família e tudo que eu queria era poder dar forças a Liesel.
        Em linhas gerais eu super-recomendo o livro a quem deseja dotar personagens para o resto da vida. Essa história vai fazer você rir, chorar e amar. Rir da inocência de uma criança, chorar pelo drama da situação e amar cada personagem como se fossem membros da sua família.

"Tive vontade de dizer muitas coisas à roubadora de livros, sobre a beleza e 
a brutalidade. Mas que poderia dizer-lhe sobre essas coisas que ela já não 
soubesse? Tive vontade de lhe explicar que constantemente superestimo e 
subestimo a raça humana — que raras vezes simplesmente a estimo. Tive vontade 
de lhe perguntar como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e 
ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes. " 

(Epílogo - Página: 382)


Postado Por: Nilson Nobre.
domingo, 1 de abril de 2012 | By: Nilson Nobre.

Resenha: Hit Me Like A Man EP

              Sei que faz um tempinho desde que postei a última resenha e que faz tempo desde que o ep foi lançado, por isso peço desculpas por não ter postado antes.
              Depois de quase 2 anos sem lançar nada, a banda "The Pretty Reckless" lança o Hit Me Like a Man EP, para dar um gostinho do que está por vir da banda. O EP Chegou a ser o 2º álbum de rock mais vendido no itunes nos Estados Unidos, e 3º no itunes do Canadá. Sem mais delongas, vamos a resenha!

Capa do EP.
01. Make Me Wanna Die (Live): Tão boa quanto ou melhor que a versão de estúdio. Com as versões ao vivo desse álbum, taylor demonstra que ainda é possível existirem artistas que são bons tanto ao vivo, quanto em estúdio. O público eufórico deixa a música mais magnífica ainda, e cá entre nós, sinto um frio na espinha quando ouço a platéia cantar o refrão com a banda. Magnífica! Nota: 5.
02. Hit Me Like A Man: QUE MÚSICA DO C*RALHO!!!Puro rock. A pegada da música é contagiante e viciante. Para mim, Hit Me Like A Man está entre as melhores da banda, a nível de Make Me Wanna Die. A letra da música também é muito bem bolada: "Uns te darão o céu, outros te darão o inferno"; "Me atinja como um homem e me ame como uma mulher". Digna de toda a selvageria e sedução de Make me Wanna Die. Viraria Hit sem dúvida alguma, mas acredito que esse EP seja apenas para dar um gostinho do que está por vir  no novo CD, que se seguir a linha do EP vai ser fodástico. Nota: 5.
03. Under The Water:Sabe aquela música que você se apaixona assim que escuta? E que você se arrepia toda vez que ouve? Foi o que aconteceu e acontece quando escuto Unde The Water. Que música FODA! A melodia é emocionante e ao mesmo tempo pesada. E aqueles gritos que a Taylor dá? Não, sem comentários, foda demais. A letra também é muito triste, o que torna a música mais perfeita ainda: "E quando acordo desse sonho, estou com com correntes a minha volta". Sem dúvida alguma, minha favorita. Nota: 5.
04. Since You're Gone (Live): Faço das palavras que usei para definir MMWD, as mesma para Since You're Gone.Achei a versão ao vivo muito mais foda que a de estúdio, afinal, amo ouvir gritos eufóricos da platéia. Além dos novos acordes de guitarra que implementaram na música. Nota: 5.
05. Cold Blooded: Música muito boa, com uma pegada meio blues, mas mesmo assim, memorável. O tom da guitarra é sedutor do ínicio ao fim. A voz da Taylor está magnífica e a do Ben, guitarrista e backing vocal da banda, é maravilhosa, o cara canta demais. Não me surpreendi com o talento dele, pois já tive a oportunidade de ouvir o trabalho da banda FAMOUS, trabalho dele com o Mark e o Jamie. Música muito boa! Nota: 5.

É isso ai, em breve mais resenhas. Postarei sobre livros em breve!!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 | By: Nilson Nobre.

Resenha: The Pretty Reckless - LIGHT ME UP

          Light Me Up é o álbum de estreia da banda americana de rock alternativo 'The Pretty Reckless', lançado em 2010. O álbum teve, até o presente momento, um total de quatro singles, "Make Me Wanna Die", "Miss Nothing", "Just Tonight" e "You".
         Sei que sou meio suspeito em julgar a banda 'The Pretty Reckless' já que sou fã, mas mesmo assim vou nesta postagem, dar a minha opinião sobre esse magnífico álbum de estréia.
         Já fiz anteriormente uma resenha sobre o vídeo de "You", mais recente single lançado pela banda. Neste momento,  iniciarei uma do álbum completo, demonstrando a MINHA e somente MINHA opinião perante as faixas. 

Capa do álbum "Light Me Up"
01. My Medicine: Essa faixa abre o albúm e como já foi anunciado pela Taylor, é o próximo single da banda. Sobre essa música posso te falar que ela tem uma pegada fantástica, depois que você escuta a primeira vez ela fica na tua cabeça e você não consegue parar de ouvir. A letra dela fala de doidera, doidera e doidera. E, se bem aproveitada, tem muitas chances de virar um hit. Quem sabe 'My Medicine' não entra nas paradas músicais? Nota: 5.
02. Since You're Gone: "Desde que você foi embora, minha vida mudou e ficou boa na verdade", esse trecho da música define toda ela. A música tem uma pegada legal, e pra você que está revoltada (ou revoltado) com um fim de relacionamento, escute e cante 'Since You're Gone' e afogue seu (ou sua) ex no inferno. Por algum motivo essa música não me pegou muito, acho que foi por eu,até o momento, não ter vivido 'esse momento' na minha vida. Nota: 4.
03. Make Me Wanna Die: Atraente, sexy e perigoso. Essas três palavras definem o 1º single da banda. Essa música se tornou um verdadeiro hino para homens e mulheres selvagens e fortes que cansaram de ser vítimas e tomaram atitudes perante a vida e a sociedade hipócrita. A letra dessa música é tão madura, tão provocante, tão incrível e maravilhosa, que sem dúvida alguma, é uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos. Nota: 5.
04. Light Me Up: É a música que dá nome ao álbum. "Me acenda", nesta música Taylor desabafa e atinge a mídia que sempre crítica seu jeito no mínimo excêntrico. Acho a melodia e o ritmo da música bem legais, além da tradução ser bem compreensível. Quem nunca foi colocado pra baixo, e chutado por alguém quando já estava no chão? Nota: 3.  
05. Just Tonight: Foi o 3º Single da banda. Em Just Tonight, Taylor Momsen declara que partirá e deixará para trás aqueles que não se importam com ela, e quando está prestes a partir, percebe o quanto é difícil deixar aqueles que amou. A melodia da música é muito boa e confortável, a maneira como a Taylor canta a música me faz sentir a emoção e o sentimento. Nota: 4.
06. Miss Nothing: Foi o 2º Single de trabalho. A música é um desabafo de arrependimento por ter dedicado muito tempo ou uma vida a alguém que no fim das contas só te decepcionou. A batida pesada da música é muito boa, definitivamente mereceu ser single. Nota: 4.
07. Goin' Down: A LETRA DESSA MÚSICA É FODÁSTICAAAAAAA. Daria um excelente videoclipe, porém acho que depois de My Medicine, não haverão mais singles do 'LMU', então será uma grande canção desperdiçada :/. A batida pesada da música é cativante e quando eu escuto, fico até "feliz" kkk. Nota: 5.
08. Nothing Left To Lose: A música é simplesmente linda. A letra transmite aquela mensagem de que o bom e o velho ROCK N' ROLL ainda está vivo. Se trata de uma balada bem confortável, ideal para dias em que você quer relaxar, ou chorar. Música muito muito boa! Nota: 5.
09. Factory Girl: A pegada da música é cativante. Se tivesse sido single, assim como Goin' Down, também teria feito muito sucesso. Pena que é mais um ótimo single desperdiçado. Nota: 5.
10. You: É o mais recente single da banda. A música é linda e a melodia mais linda ainda. Se trata de mais uma balada, só que essa não tem rock algum. A música é toda na base do belíssimo vocal da taylor e do violão. Um ótimo single. Ah, e como não chegou a alcançar nenhuma parada musical internacional, o que é uma pena, vou falar sobre uma coisa simples porém que já é um bom reconhecimento. 'You' chegou a ser a 29º música mais ouvida do site letras, o que é ótimo para uma banda que nem CD tem lançado no Brasil ainda. Nota: 5.

Faixa Bônus dos Estados Unidos:
* Ocupa o quinto lugar na tracklist, de modo que Just Tonight fica em sexto, Miss Nothing em sétimo e por aí vai... Além disso, na edição americana, os lugares de Factory Girl You são invertidos, de modo que You ocupa a nona posição e Factory Girl a última.
05. Zombie: É mais uma música memorável. A Melodia é ótima e a pegada rock é sensacional. E foi essa música que deu origem ao nome dos fãs de 'The Pretty Reckless', os ZOMBIES. Nota: 4.

          O álbum Light Me Up recebeu 4 esterelas no itunes. O que é ótimo para um álbum de estréia. Lembrando que "Hit Like A Man EP" está por vir. Enquanto isso aguardamos ansiosamente o novo trabalho da banda The Pretty Reckless. Até breve.




    Ganhos do Álbum 'Light Me Up', segundo o site o Wikipedia.
Taylor, Ben, Mark e Jamie, a banda "The Pretty Reckless"

Tabelas musicais (2010 - 2011)Melhor
posição
 Estados Unidos - Billboard 200[1]





65
 Estados Unidos - Top Rock Albums[1]





18
 França - French Albums Chart[2]





167
 Irlanda - Irish Albums Chart[3]





18
 Reino Unido - UK Albums Chart[3]





6
 Reino Unido - UK Rock Chart[4]





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                             Créditos: Wikipedia